Eu e meu copilot. Estamos começando a nos entender. Dizem que nós, escritores, podemos aproveitar a ciência — a inteligência artificial. Ela corrige, edita, sugere… sim, faz o seu trabalho. Opa: trabalho? Nosso Trabalho? Talvez. Prefiro pensar em um companheiro. Às vezes a escrita é tão solitária.Eu ainda digito. Tem gente que escolhe a voz.Continuar lendo “Eu e …”
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Novidades
Bom dia, Hoje escrevo com o coração cheio — daqueles dias em que a gente sente que algo finalmente se alinha por dentro. Quero te contar que o MaDAM‑Atelier e a Mariana Mallmann Escritora se juntarão. Depois de muito tempo caminhando lado a lado, elas entenderam que eram, na verdade, a mesma alma pedindo paraContinuar lendo “Novidades”
Sobre Nossos Filhos… literários ou não.
Não sei se todas as escritoras, mas eu penso em cada livro como um bebê ou filho. Isso depende do grau de maturidade dele. Então, passamos a seguinte análise: Um Natal Cheio de Luz é meu bebê já desmamado. Já lancei ele para o mundo e ele anda crescendo. Nossos Pequenos Cupidos é o meuContinuar lendo “Sobre Nossos Filhos… literários ou não.”
Capa Nova!
Em homenagens aos privilegiados que conseguiram tirar férias em julho, preparei uma capa nova com todo o carinho para o meu livro de Natal! Que tal? Uma história atemporal, podendo ser lida em qualquer época! Eu mesma adoro romance natalino e assisto filmes durante o ano todo… Vamos aproveitar? Com afeto, Mariana Mallmann
Ciudad de Panamá: onde tudo começou!
Foi aqui que iniciei minha jornada na escrita. Uma terapia que se tornou uma paixão e, agora, um modo de vida! Um luto pela perda das minhas avós, tão perto uma da outra, que precisava ser trabalhado. Uma dor que precisava ser extravasada e transformada em algo muito maior. De pequenas poesias, passei a escreverContinuar lendo “Ciudad de Panamá: onde tudo começou!”
Escrita Terapêutica
Eu não sou psicóloga, mas faço terapia. Achei melhor começar assim. A escrita, junto ao artesanato, neste caso chamado de Arte Terapia, é, para mim, mais que um alento numa realidade tão dura em que vivemos. Sou grata pela vida que eu tenho, não estou reclamando! Também não digo que vivo em um Mar deContinuar lendo “Escrita Terapêutica”
