“Olhe para onde pisa”. Um dos primeiros conselhos que recebemos na vida. Sim, isso é fundamental.
Mas o que você faz quando se depara com uma pedra em seu caminho?
Você acha que o universo está conspirando contra você? Que é um sinal de que nada dará certo em sua vida?
Se eu disser que esta pedra pode estar lhe oferecendo um lugar para respirar e retomar o fôlego? Ou para refletir sobre se é esse mesmo o melhor caminho a ser seguido? Ou que ela está ali para que você possa tomar impulso e saltar ainda mais alto?
Uma pedra pode ser uma pausa, mas nunca, um bloqueio!
Sonhar deve ser coisa de criança? A pessoa adulta deve ter seus pés fincados no chão?
Claro que não! Respondo para mim mesma.
* imagem gratuita do Canva
Quantas vezes a menina que sonha, que viaja em seus pensamentos, que não tem medo de usar sua criatividade é parada pela mulher realista que a impede de lançar-se ao mundo?
Você também tem medo de arriscar? Você se paralisa ou você segue adiante quando estes dois lados – o sonhador e o realista – entram em conflito?
Esta é a reflexão que me faço no momento. Espero que você não precise fazê-la.
Desejo, de coração, que você esteja planejando e executando seus próximos voos.
Bom, eu sigo aqui tentando achar um equilíbrio, que não é nada fácil, para seguir com minhas próximas escolhas.
Nestes tempos difíceis em que os abraços e beijos se tornaram praticamente raros, senti necessidade de compartilhar algo.
Fazia mais de um ano e meio que eu praticamente só abraçava meu marido e meu filho. Aquele abraço forte, um beijo bem dado na bochecha…tornaram-se estranhos ao nosso modo de vida atual. Então, uns dias atrás, uma pessoa do meu círculo íntimo, mas fora do convívio do meu lar, veio me abraçar.
Minha reação foi defensiva. Eu me encolhi e, quando cedi ao gesto, meu corpo continuou rígido. Dei aquelas batidinhas na costas, com o rosto completamente longe.
Fiquei pensando sobre o ocorrido… e brinquei depois: “acho que desaprendi”.
A questão é saber se, quando as coisas “normalizarem”, nosso jeito tão brasileiro de ser, que nos difere tanto das outras culturas, voltará. O povo quente, hospitaleiro, que toca e sorri. Tenho fé de que logo retomaremos à nossa essência, aos nossos costumes. Que muitos abraços voltarão a ser dados sem receio, muitos sorrisos novamente distribuídos.
Inúmeras vezes deixei de postar nas redes sociais ou simplesmente tirar foto de momentos que queria guardar de recordação por causa da minha aparência cansada. Desisti de tentar esconder, até porque, para mim, só é possível camuflar.
Sou mãe e interromperei meu sono tantas vezes forem necessárias para atender meu filho durante a madrugada.
Como sonhadora, não deixarei de passar horas, diante da tela do computador, escrevendo minhas histórias.
Não deixarei de ser uma eterna estudante, porque sinto necessidade de continuar sempre aprendendo.
Por considerar-me um ser humano e vulnerável, sei que terei ainda muitas insônias pela frente, sobretudo neste momento que passamos e neste mundo em que vivemos.
Se são marcas que representam amor, sonhos e empatia, eu escolho, então, exibi-las agora, com orgulho.
É com friozinho na barriga e muita emoção que comunico o lançamento do meu primeiro Romance! Não foi o primeiro a ser escrito, mas o primeiro a sair da gaveta!
Uma história escrita com todo o carinho para curtir um tempo longe da realidade e entreter-se em um mundo novo!
Está apenas em formato e-book, disponível na Amazon. Para quem assina Amazon Kindle Unlimited, poderá usufrui-lo sem custo adicional. Após a pandemia, pensaremos no livro físico.
Como uma “escritora”, apaixonada por romance, não escreveu nada em seu site no dia mais romântico do ano no Brasil?
Justamente por isso.
O Brasil comemora o Dia dos Namorados em uma data diferente de quase todo o mundo, pelo menos da Europa e do Estados Unidos – o dia de São Valentim. Poderíamos dizer sobre a autenticidade do nosso país, que é tão criativo e peculiar. Porém, não foi este o caso.
Fui buscar a razão de tal data. Confesso que, apesar de ser um dia próximo àquele em comemoração a Santo Antônio – o casamenteiro – de nada teve de romântico. Talvez criativo para atender aos fins comerciais de um de um mês caracteristicamente baixo em vendas.
Bom, o que eu escrevi nas minhas redes sociais foi exatamente a necessidade de não esquecermos de cultivar o amor todos os dias de nossa existência. É nosso combustível na terra para que possamos seguir adiante, frente a tantas adversidades que o mundo – tantas vezes cruel – nos traz.
Vamos romantizar nossa vida.
Vamos amar e amar-nos sempre, celebrando quando for possível.
Não espere para declarar-se, nem que seja para você mesmo.
Eu não sou psicóloga, mas faço terapia. Achei melhor começar assim.
A escrita, junto ao artesanato, neste caso chamado de Arte Terapia, é, para mim, mais que um alento numa realidade tão dura em que vivemos.
Sou grata pela vida que eu tenho, não estou reclamando! Também não digo que vivo em um Mar de Rosas… Bom, exceto quando estou criando meus mundos paralelos, através dos meus romances (risos).
Só que é difícil manter a sanidade e a própria alegria, quando tantos na nossa volta sofrem! Estamos em tempos de crise! Há dificuldades e desafios para todos!
Para as pessoas sensíveis, como eu (Ok, muitas pessoas que conhecem meu jeito podem discordar, mas eu sou, sim!), podem experimentar estas duas paixões que carrego comigo.
É uma dica que dou! Funcionou muito para mim!
Inspirem-se!
Expirem…
O importante é trabalhar de alguma forma nossos sentimentos!